Setembro 2010
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Exposições Itinerantes

 

A Cooperativa Árvore tem à disposição dos organismos que estiverem interessados as exposições que se caracterizam de seguida, e que, após contacto e acordo de condições poderão ser cedidas temporariamente.

  

Exposição itinerante
APRENDER COM A BAUHAUS

Exposição constituída por 16 painéis de madeira, articuladas por dobradiças, duas a duas, com 180 x 70 cm cada painel. Muito fácil de montar, um pouco pesada. Há um catálogo explicativo  da exposição que será oferecido.
Exposição documental com textos e imagens que se distribuem ao longo de 16 painéis.
A Bauhaus, escola fundada em 1919, em Weimar, por Walter Gropius, foi uma experiência pedagógica no domínio da arquitectura, do urbanismo e do design.  
A Bauhaus tornou-se um movimento cultural na Alemanha e no mundo dos anos vinte. Mas a sua projecção, para além desse período, prosseguiu.
A Bauhaus é, ainda hoje, uma experiência pedagógica exemplar. Em 1925 é obrigada a instalar-se em Dessau em consequência dos graves conflitos político, sociais e económicos que se abateram sobre a Alemanha.
A ligação estreita da  Escola com o meio social, resultante duma concepção pedagógica avançada, alargou-se a todas as áreas artísticas, incluindo o teatro e a música.
Mercê do avanço das forças ligadas ao nazismo, a Escola mudou-se para Berlim sob a direcção de Mies Van Der Rohe, em 1932.
Nomes como Moholy-Nagy, Schlemmer, Paul Klee, Kandinsky, Hannes Meyer, Stravinsky,  Mahler, Schoemberg, participaram com o seu saber nas várias áreas em que a Bauhaus se empenhava.
"Aprender com a Bauhaus" é compreender as diferenças das várias propostas e valorizar a fecundidade de tais experiências.
Hoje, ao revisitarmos a Bauhaus podemos ter a distância para escolher e apreciar, levando em conta a experiência histórica. Essa experiência histórica ensina que o obscurantismo é inimigo da criatividade e do progresso.
Para nos falar sobre esta experiência extraordinária podemos sempre convidar o autor desta exposição, o Prof. Jacinto Rodrigues que se deslocará ao local de realização da exposição em condições a definir.

  

Exposição itinerante de fotografia
MODOS DE VER

Esta exposição é constituída por 30 fotografias, com 50 x 50 cm, de três fotógrafos, Rui Luís Romão, Raúl Pulido Valente e Virgílio Ferreira que nos dão 3 olhares sobre o mundo - Três Modos de Ver. Acompanha esta exposição um catálogo com texto de Maria do Carmo Serén e reprodução de 30 fotografias.
Três autores, três perspectivas contemporâneas. Rui Luís Romão joga no documentalismo, onde a parte está a representar o todo intuído, porque o sabemos fora do campo. Usa indiscriminadamente o preto e branco e a cor. Pulido Valente mostra-nos um "Caderno de Viagem" pelo Oriente, próximo e afastado, que, pertencendo a uma temática de sempre, nos surge com as características de precariedade que a fotografia assume. Virgílio Ferreira seleccionou retratos. Quase todos os retratos de velhos, todos retratos de  um saber sem fim. São a preto e branco, que é onde o contraste ganha dramatismo.
É sempre possível convidar alguém especializado em fotografia, em condições a determinar, para animar a vigência desta exposição onde quer que ela esteja.

   

Exposição de originais 
AMÂNDIO SILVA 1923-2000

Amândio Silva (1923-2000) artista polifacetado, pintor, aguarelista, desenhador, gravador, litógrafo, designer, fez tapeçaria e cerâmica, foi professor comprometido com a inovação disciplinar e pedagógica.
A sua pintura foi evoluindo, depurando-se, utilizando uma paleta lúdica e lírica.
Pulsa nas suas paisagens, nas suas gentes e nas suas histórias iconográficas uma representatividade interpretativa que dão às suas aguarelas, guaches e alguns óleos sobre o Douro um rigor oficinal que nos permite revisitar este autor organizando uma exposição alusiva a esta região do país e às suas actividades. Títulos como "Os Vindimadores", "Mercado", "Povoado", "Faina Fluvial no Douro", "Roga no Douro", "Pinhão", "Aldeia do Marão", etc., etc., dão-nos a ideia da abrangência do tratamento da paisagem e costumes do Douro na obra deste autor.
De acordo com o espaço disponível para a exposição  é possível organizar uma mostra com o número de trabalhos indicados para a área em causa.
Há catálogos disponíveis que necessitam só de ser actualizados com uma cinta com as datas e local da exposição.
Se for desejo do organismo encomendante é possível convidar um orador, em condições a determinar, para no dia da inauguração fazer uma conferência sobre os trabalhos expostos deste autor.

  

Exposição
PRATOS PARA UMA REFEIÇÃO IMPOSSÍVEL

"A cerâmica é de todas as artes a mais variada nos seus recursos e nos seus efeitos."

Não é fácil estabelecer o  momento do conhecimento pelo homem da utilidade da cerâmica e da sua criação, passando pela descoberta da matéria-prima, a argila, sua modelação, secagem e cozedura
A argila é um produto natural que provém da decomposição, ao longo de milhões de anos, das rochas feldspáticas.
Este conjunto de pratos que apresentamos, tem origem num desafio lançado a um  grupo de artistas plásticos que, na Oficina de Cerâmica da Árvore, criaram uma série de pratos originais usando alguns processos que, conforme o objectivo a alcançar por cada um deles, é variável: engobes, óxidos e vidrados.
As explorações de ordem técnica e estética que definem a personalidade das criações está patente nesta colecção de pratos da autoria de oito artistas plásticos: Alberto Péssimo, Ana Maria, Carlos dos Reis, João Carqueijeiro, José Emídio, José Rodrigues, Luísa Gonçalves e Pornprom Chawwang.
Uma colecção destes pratos pode ser organizada para expor e o número de exemplares pode ser calculado em função do espaço disponível para fazer a exposição, incluindo paredes, embora um prato ou outro possa ser exposto em plintos. De acordo com a necessidade e desejo dos clientes, poderá ser editado um catálogo/desdobrável com a reprodução das obras e curricula dos artistas.
 

  

Exposição de Obra Gráfica

Podem organizar-se várias exposições de obra gráfica (serigrafia, gravura ou litografia) ou podemos fazer uma exposição mista com as três tecnologias. O número de exemplares depende da área da sala.
Obras de artistas como Ângelo de Sousa, Armanda Passos, Jorge Pinheiro, Armando Alves, Rogério Ribeiro, José Rodrigues, Sá Nogueira, Júlio Resende, Rodrigo Ferreira, Joana Rêgo, Evelina Oliveira, Teresa Gil, etc., etc.. Os mais variados artistas, desde os muito consagrados até aos que, pela mão da Árvore, dão os primeiros passos.
Ano após ano as Oficinas da Árvore garantem um significativo volume de produção própria de trabalhos artísticos originais e exclusivos com recurso às diferentes tecnologias de serigrafia, gravura, litografia e cerâmica.
As oficinas da Árvore são a expressão do apoio à criatividade dos artistas e a sua existência e funcionamento marcam a diferença e a singularidade da Árvore.
Por encomenda dos clientes podem fazer-se workshops de serigrafia e gravura que, juntamente com a exposição, são veículo de formação de jovens das escolas da comunidade que promovem esta acção cultural.
Um desdobrável com reproduções em quadricromia das obras, curricula dos artistas e descrição das tecnologias presentes poderá ser feito sob encomenda.
Qualquer destas exposições tem como acréscimo os seguros que em principio serão sempre da responsabilidade dos clientes.

  

Exposições constituídas por múltiplos:

  

TOME CAFÉ COM...

Conjunto de chávenas com intervenções plásticas de vários autores, entre outros, Evelina Oliveira, Carlos Carreiro, Albuquerque Mendes, Espiga Pinto, Luísa Gonçalves e Rui Aguiar, assinadas pelos autores.
É uma exposição para ser mostrada em vitrines ou em plintos com cápsulas transparentes.
Pode ser adaptada ao espaço disponível, exige boa iluminação e os suportes referidos; é um material a ser protegido.
No caso de ser possível a comercialização das peças podem ser fornecidas caixas para a embalagem.
Poderemos, quando pedido e acordado, elaborar desdobrável, convite e eventualmente um cartaz.

  

PRATOS SERIGRAFADOS

Conjunto de pratos com intervenções plásticas originais, edições de vários exemplares por artista, serigrafados, com o diâmetro de 38 cm e em porcelana, numerados e assinados pelos autores: Fernando Lanhas, José Rodrigues, Sá Nogueira, Carlos dos Reis, José Emídio, Armanda Passos, Alberto Péssimo, Luís Darocha, Luís Melo, António Bronze, Henrique Silva, Sobral Centeno, Espiga Pinto, Albuquerque Mendes, etc., etc., travessas de Rogério Ribeiro e Espiga Pinto.
Esta exposição pode ser adaptada ao espaço existente e complementada com a exposição de chávenas, se o espaço for muito grande.
Há caixas à dimensão para eventual fornecimento.
Pode fazer-se um desdobrável com reprodução fotográfica das peças, curricula dos autores e descrição das tecnologias usadas, sempre que solicitado e acordado.








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